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Cascavel,29/06/2026

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The News

cannes virou hollywood?

uma nova semana está começando, e seu jornal favorito acabou de chegar à sua caixa de entrada. está na hora de ficar bem e informado.

Fonte: The News
cannes virou hollywood?
NA EDIÇÃO DE HOJE

🇧🇷 Só 1 em cada 4 brasileiros acredita no hexa

🌎 Um tour pelas principais manchetes da segunda-feira

🏛️ O STF destravou parte dos pagamentos extras

🌴 O novo tapete vermelho em Cannes não é mais só dos publicitários

📈 A economia da amizade que já movimenta milhares de dólares

🎙️ Sem tempo para ler? Ouça o podcast da edição de hoje.

🎟️ Quer impulsionar sua marca? Saiba como aparecer no the news aqui.

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ESPORTE

Os brasileiros estão acreditando menos no hexa?

Seja em casa com a família, com os amigos ou no telão do escritório, hoje é dia de parar para ver mais um jogo do Brasil na Copa do Mundo. E provavelmente vai surgir a famosa pergunta: “Será que o hexa vem desta vez?”

Bem, a resposta parece não ser muito otimista. Em uma pesquisa com nossos leitores, apenas 1 em cada 4 de vocês acredita que a Seleção vai trazer o título para casa. Desse número, os homens têm mais esperança do que as mulheres (29% vs. 22%).

(Imagem: the news)

Mesmo assim, 86% pretendem acompanhar a Copa de alguma forma, incluindo metade dos que dizem não gostar de futebol. É o país do futebol que fala? risos.

A fé tem idade? Entre quem tem até 18 anos, 45% acreditam que verão pela primeira vez o Brasil levar o título — quase o dobro da média geral. Já entre o público +65, esse número fica em 12%. Pessoas dessa faixa etária já viram ao menos 15 Copas do Mundo e 4 títulos do Brasil.

E por falar em título… Neste ano, o Brasil completa exatos 24 anos de jejum desde a última conquista, em 2002. Esse é exatamente o mesmo tempo que ficamos na seca entre o tri (1970) e o tetra (1994).

Ou seja, se a Seleção não conseguir o tão sonhado hexa desta vez, vamos quebrar o recorde de tempo sem ganhar uma Copa. Ainda assim, caso volte pra casa hoje, a CBF receberá da FIFA o valor de US$ 15 milhões.

 
MUNDO

Tour pelas manchetes ao redor do mundo

(Imagem: Nathan Howard | Getty Images)

Nova trégua. Os Estados Unidos e o Irā chegaram a um novo acordo para suspender ataques. Há duas semanas, os países tinham assinado um cessar-fogo de 60 dias para construir um acordo de paz definitivo, mas voltaram a se atacar — ambos acusam o outro de ter começado. Agora, representantes dos dois lados devem se reunir amanhã em Doha, no Catar, para retomar as negociações.

Alvos na Rússia. O presidente Volodymyr Zelensky anunciou que as forças da Ucrânia realizaram ataques que destruíram duas grandes refinarias de petróleo em território russo. Segundo o líder ucraniano, a ofensiva cirúrgica visa asfixiar a economia de guerra e cortar o suprimento de combustível das tropas de Moscou.

Tragédia sem fim. O balanço oficial de mortos pelos terremotos gêmeos que devastaram a Venezuela subiu para 1.450 pessoas, enquanto mais de 50.000 seguem desaparecidas. Equipes de resgate nacionais e internacionais continuam lutando contra o tempo nos escombros em Caracas e cidades litorâneas.

O dono da bola. Lionel Messi marcou um gol na vitória da Argentina contra a Jordânia e atingiu a marca de 19 gols na história das Copas. O camisa 10 se isolou ainda mais como o maior artilheiro de todos os tempos dos Mundiais e também se tornou o único jogador a balançar as redes em sete partidas consecutivas de Copa do Mundo.

Ainda sobre Copa… O Canadá venceu a África do Sul no jogo que abriu a fase mata-mata na Copa do Mundo e garantiu a vaga para as oitavas de final. Os canadenses agora aguardam o vencedor entre Holanda x Marrocos para descobrir seu adversário.


BRASIL

O STF liberou uma parte dos penduricalhos

Durante o final de semana, o STF formou maioria para liberar o pagamento de parte dos chamados "penduricalhos" a juízes e membros do Ministério Público. Todos os 8 ministros que já votaram foram a favor da medida. Faltam os votos de Cármen Lúcia e Nunes Marques.

Resumo da Ópera: Em março, o Tribunal decidiu, por unanimidade, que juízes e promotores não poderiam receber mais do que 35% acima do teto do funcionalismo — hoje em R$ 46,3 mil — em verbas extras.

  • Ou seja, o máximo de indenizações que esses servidores poderiam receber era de R$ 16,2 mil (além do salário-teto). A medida iria resultar em uma economia de R$ 7,3 bilhões por ano. Com isso, vários pagamentos foram suspensos até a Corte detalhar as regras.

Antes da decisão, não havia teto definido para o pagamento desses penduricalhos. Os tribunais e o Ministério Público recebiam esses adicionais usando resoluções próprias. Para se ter uma ideia, a remuneração média da magistratura girava em torno de R$ 95 mil mensais.

Agora, os ministros decidiram destravar o pagamento de três benefícios específicos: (i) férias, (ii) licenças-prêmio e (iii) plantões que o servidor já tinha direito de receber, mas não conseguiu solicitar antes da nova regra entrar em vigor.

Além disso, foi aprovado também uma indenização adicional de 5% a cada 5 anos por tempo de serviço. A decisão permite ultrapassar em até 70%, se somar com os 35% impostos pelo STF. Ou seja, alguns magistrados podem ganhar até R$ 78 mil por mês.

Durante a votação, os ministros decidiram manter vetados o pagamento de auxílio-alimentação, assistência pré-escola e auxílio creche, que entravam na conta dos adicionais ao salário.



 
APRESENTADO POR WESTWING

A sua casa tem cara de casa?

O lar não é só onde a gente mora — é onde mostramos um pouco da nossa história, do nosso gosto e da nossa personalidade. Não à toa, 71% das pessoas se sentem mais no controle sobre a própria vida quando a casa está do jeito que gostam.

Por lá, você encontra peças para todos os estilos de decoração, pensadas para transformar cada ambiente da casa em um reflexo do design que habita em você.


 
NEGÓCIOS

Cannes virou Hollywood?

(Imagem: olivetreefilms)

Aparentemente, sim. O Cannes Lions 2026 — maior festival de criatividade do mundo — deixou um recado claro para o mercado: a creator economy deixou de ser um simples canal de mídia ou ação tática para se tornar uma mudança estrutural nos negócios.

O que causou a mudança? A grande novidade deste ano foi a criação do LIONS Creators, um espaço com programação e discussões 100% dedicadas ao universo dos criadores.

Isso mostra que negócios, marketing e entretenimento convergiram de vez. O tapete vermelho que antes pertencia apenas aos publicitários tradicionais agora divide espaço com estrelas de cinema, influenciadores e gigantes do streaming.

Na prática, as marcas estão se transformando em estúdios de entretenimento e os criadores deixaram de ser apenas veículos de distribuição. Hoje, eles participam da construção de marcas, influenciam produtos e criam negócios próprios que faturam milhões.

Isso tem tudo a ver com os números, já que 70% dos consumidores hoje afirmam que preferem descobrir produtos por meio de conteúdos originais ou recomendações de criadores do que por anúncios tradicionais.

Essa tendência molda o comportamento de gigantes globais. Empresas de tecnologia, moda, beleza e streaming — como Netflix, Disney e Amazon — agora têm estruturas massivas em Cannes para disputar a atenção do público por meio de streaming e criadores.

Bottom-line: A sensação, segundo quem frequenta os dois eventos, é que o Cannes Lions hoje carrega mais peso para os negócios do entretenimento do que o próprio Festival de Cinema de Cannes, que esse ano viu vários estúdios "evitarem" a programação.



APRESENTADO POR STONE

A gestão financeira do seu negócio se parece com esse desenho?

Se sim, sentimos muito. Isso acontece porque você usa um app para a maquininha, um banco para a conta PJ e uma planilha jurássica para gerir a equipe. Falta consolidar tudo em um só lugar.

A Conta PJ da Stone, o banco pra quem empreende, unifica múltiplas formas de vender (na maquininha, no celular ou à distância), entrega clareza do caixa e facilita a gestão da equipe, com controle de pagamentos e de ponto dentro do app.

Se você nasceu para empreender, a Stone nasceu para você

 
TENDÊNCIA

Você pagaria para fazer amigos?

(Imagem: Friends)

Ao que parece, para muita gente a resposta pode ser sim. Nos EUA, a solidão já é um estado mental crônico para 1 em cada 10 adultos. Nos últimos 30 anos, o número de americanos que declaram não ter nenhum amigo próximo simplesmente quintuplicou.

O diagnóstico nos leva a um, a era da economia da conexão, um novo nicho de mercado onde empresas, promotores de eventos e coaches cobram centenas de dólares para ensinar adultos a socializarem e perderem a timidez.

  • Programas cobram até US$ 1.440 por fins de semana intensivos, onde os alunos enfrentam terapias de choque como rugir igual a um leão no meio de uma calçada movimentada ou pedir uma nota de cem dólares a estranhos para aprenderem a lidar com a rejeição.

  • Clubes privados cobram anuidades de mais de US$ 2.200 para fazer a curadoria de amizades, introduzindo nômades digitais e profissionais a círculos sociais selecionados.

Mas lucrar com o afeto é um desafio gigante. O grande problema é que os encontros na vida real não escalam na mesma velocidade de um app. Juntar pessoas exige espaço físico, horários combinados e tempo — coisas que não se multiplicam com um clique.

Com os investidores focados em tecnologias automatizadas que geram retorno rápido, as iniciativas que tentam profissionalizar a amizade acabam morrendo na praia por falta de caixa.

Zoom out: A estrada, porém, é longa. Globalmente, cerca de 24% dos adultos com 15 anos ou mais relatam sentir solidão, número que sobe para 27% entre jovens de 19 a 29 anos.



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