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bom dia. ser gentil não é sinal de fraqueza, mas de maturidade. em um mundo onde a grosseria parece ser o caminho mais comum, agir com gentileza é um sinal de força
Os candidatos apareceram para debater | ||||
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Dessa vez eles foram… Na noite de ontem, os candidatos à presidência Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) estiveram cara a cara pela primeira vez destas eleições, no debate da Band. | ||||
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O primeiro bloco foi aberto com uma pergunta sobre segurança pública. Flávio disse que iria classificar as facções como organizações narcoterroristas. Lula disse que pretende avançar na criação do Ministério da Segurança Pública. | ||||
Nesse momento, Flávio adotou uma estratégia que manteve até o fim: nas falas do Lula, ele se posicionava no fundo da cena, fazendo caras, gestos e reações. Além de desconcentrar Lula, a estratégia faz ele aparecer nos cortes de redes sociais do Lula. | ||||
Foi então que os candidatos partiram para o primeiro X1 — quando eles tinham uso livre da fala, podendo interromper o outro. | ||||
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A partir daí, esses temas viraram os pontos centrais de cada lado e os candidatos passaram o restante do tempo livre trocando acusações e pedindo explicações — mas sem muitas respostas. | ||||
Ainda no confronto direto, Flávio pergunta o porquê de 73% dos presos terem votado no Lula no primeiro turno. O presidente responde com: “Eu quero que vote os 100%. Até seu pai". Só faltou a vinheta do The Office nessa hora. Confira. | ||||
No segundo bloco, os candidatos falaram sobre suas propostas para a saúde. Flávio disse que seu objetivo era elevar o SUS para o “padrão Einstein”, e Lula questionou se a proposta de Flávio significaria privatizar o SUS. | ||||
Em seguida, os candidatos voltaram a discutir sobre segurança pública, com Flávio defendendo a castração química de estupradores e a redução da maioridade penal. Lula também defendeu a redução da maioridade, mas apenas para crimes hediondos. | ||||
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OUTROS DESTAQUES DO DEBATE | ||||
MUNDO | ||||
Os europeus foram às ruas | ||||
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Esse é um retrato de como foi o movimentado final de semana na Europa. Iniciadas pela França, manifestações e protestos tomaram conta de várias regiões no Velho Continente. | ||||
No país, cerca de 550 mil pessoas foram às ruas em protesto, segundo dados do governo — os organizadores estimaram 800 mil participantes. Os franceses se uniram em manifestações por melhores condições de ensino e contra o alto custo de vida. | ||||
À la Révolution Française… Os atos começaram de forma pacífica, mas os “casseurs” — como a imprensa francesa chamou os envolvidos em atos de vandalismo — entraram em confronto com a polícia e provocaram incêndios e saques em diversas cidades. | ||||
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Com o caos, políticos de esquerda e direita pediram a renúncia do ministro do Interior, Laurent Nuñez, criticando sua falta de preparação. O presidente Emmanuel Macron também condenou os atos e disse que “não há espaço para violência no país”. | ||||
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E a coisa não ficou só na França… | ||||
Outros países europeus também tiveram manifestações, cada um com suas próprias reivindicações. Confira o mapa com todos os protestos do final de semana: | ||||
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Em Milão, na Itália, uma marcha contra o aumento do custo de vida começou pacificamente, mas terminou com manifestantes mascarados lançando pedras e outros objetos contra a polícia de choque. Confira os vídeos da manifestação. | ||||
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BRASIL | ||||
3 em 1 do que rolou no Brasil | ||||
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A uma semana do segundo turno, a manifestação convocada pelo candidato Flávio Bolsonaro (PL) reuniu +71 mil pessoas na Avenida Paulista, em São Paulo. Durante seu discurso, Flávio afirmou que faltavam sete dias para “livrar o Brasil do PT”. | ||||
Entre bandeiras do Brasil, dos EUA e de Israel, um grupo de manifestantes levou um míssil inflável pedindo que Donald Trump atacasse o Brasil com armas nucleares, embora ainda não se saiba quem eram os autores no grupo. | ||||
A cena chamou atenção porque a organização havia pedido que bandeiras estrangeiras fossem recolhidas. O ato reuniu apoiadores em clima de reta final de campanha. | ||||
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Apoiadores de Lula (PT) também foram às ruas no último final de semana pré segundo turno. As mobilizações aconteceram em Brasília e outras 12 capitais do Brasil e contaram com apresentações musicais de artistas que apoiam o candidato. | ||||
Em Brasília, os manifestantes se deslocaram pela Esplanada dos Ministérios, enquanto no Rio, Chico Buarque foi o organizador do ato na Candelária, no centro. O presidente Lula não esteve presente em nenhum dos atos. | ||||
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A empresária e lobista Roberta Luchsinger, investigada em apurações sobre sua relação com Antônio Camilo Antunes e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, deu uma entrevista exclusiva à CNN. | ||||
Ela rebateu críticas de Lula e relatou supostos encontros entre o filho do presidente e integrantes do governo. A lobista ainda chamou Lula de “canalha” e “mentiroso” ao rebater declarações de que seu filho nunca se reuniu com a cúpula do governo. | ||||
Durante a entrevista, Roberta reforçou sua intenção de firmar um acordo de delação premiada e alegou que a “máquina pública” está sendo voltada contra ela. | ||||
SAÚDE | ||||
OAB para médicos? | ||||
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Quase isso… O Senado aprovou uma lei que torna obrigatório o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) para estudantes de medicina que ingressaram na graduação a partir de junho/2026. | ||||
Aplicado desde 2025 pelo MEC, o Enamed avalia a formação médica. Com a mudança, formar-se na faculdade e ter um diploma deixa de ser a única garantia para o exercício da profissão, tornando necessária também a aprovação na prova. | ||||
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A mudança não foi à toa… O aumento no número de faculdades de Medicina colocou as faculdades na mira. Hoje, o Brasil tem 513 escolas de medicina e forma cerca de 50 mil profissionais por ano. | ||||
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Somado a isso, no último ano, 1 em cada 3 faculdades de Medicina obteve notas consideradas insatisfatórias no Enamed. A ideia agora é estabelecer um critério para saber se um aluno está preparado mesmo para ser médico. | ||||
Instituições com resultados abaixo da média podem passar por processos de supervisão do MEC, com medidas como redução de vagas e suspensão do ingresso de novos alunos. | ||||
ECONOMIA | ||||
O maior banco da Suíça pode fazer as malas | ||||
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Explicando: Pense no dinheiro que seus avós guardavam antigamente debaixo do colchão. Basicamente, todo banco tem essa reserva, que é uma quantidade de dinheiro guardada no caso de algum prejuízo, sem precisar da intervenção do governo. | ||||
Só que o UBS é tão grande que a Suíça tem medo de não conseguir salvá-lo se ele quebrar. Quando o Credit Suisse faliu em 2023, foi o próprio UBS quem comprou a instituição, tornando-se o único grande banco do país. | ||||
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Entre as opções do UBS, o banco estuda comprar uma instituição financeira nos EUA e se mudar para lá, se fundir com um rival europeu ou vender o banco a uma empresa americana. O UBS recebeu sondagens de potenciais parceiros dos EUA, mas não deu nenhum passo formal. | ||||
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QUICK TAKES | ||||
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Para ler: Por que você não consegue ficar parado? | ||||
OPINIÃO DO LEITOR | ||||
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