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Cascavel,25/08/2026

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The News

alô, trump? alô, lula?

uma das habilidades mais negligenciadas atualmente é saber descansar com qualidade. que tal aproveitar esse sábado longe do celular e mais perto da natureza?

Fonte: The News
alô, trump? alô, lula?
NA EDIÇÃO DE HOJE

🌎️ A inteligência artificial está fazendo os alunos tirarem notas menores

🇧🇷 Um tour pelas principais manchetes do Brasil

🎮️ Ações da dona do GTA caem US$ 2 bilhões em meio a vazamentos do jogo

🍦 Häagen-Dazs vai deixar de ser comercializado no Brasil

🎰 Premier League começa hoje sem bets como patrocínio master

🎙️ Sem tempo para ler? Ouça o podcast da edição de hoje

🎟️ Quer impulsionar sua marca? Saiba como aparecer no the news aqui

 
MUNDO

Usar AI atrapalha o aprendizado nas escolas?

A introdução em massa da inteligência artificial nas salas de aula pode estar atrofiando a capacidade de raciocínio crítico e resolução de problemas entre os estudantes. É isso que aponta um estudo com 27.000 alunos de 12 a 18 anos na China.

Após seis meses, os alunos que utilizaram AI viram a nota média nas tarefas de casa aumentar 18% em todas as disciplinas. Enquanto isso, o tempo médio gasto para fazer cada tarefa caiu de 64 para 45 minutos.

(Imagem: The Economist | Reprodução)

No entanto… Nas provas, esses mesmos alunos tiveram notas 20% inferiores em relação aos colegas que não estudaram com a ajuda da IA. Ou seja, o resultado das tarefas deixou de ser indicador de resultado das provas.

Mas tem um ponto interessante (e que muda a conclusão da história)…

(Imagem: The Economist | Reprodução)

A queda nas notas aconteceu com alunos que fizeram a lição de casa às pressas. Aqueles que usaram inteligência artificial, mas dedicaram o mesmo tempo às tarefas que os que não a utilizaram, sofreram pouca perda.

Em outras palavras: O grande ponto é a forma que os alunos usam a tecnologia. Há uma enorme diferença entre usar AI para copiar e colar toda a tarefa e usar AI para explicar conceitos difíceis ou ajudar a resolver problemas específicos.



 
BRASIL

Um tour pelas principais manchetes do Brasil

(Imagem: Correio Braziliense | Reprodução)

Trim-trim. Ontem, Lula e Trump conversaram por telefone sobre a relação entre os países e temas da agenda global. O brasileiro destacou os resultados negativos das tarifas e Trump sugeriu novas reuniões para debaterem o assunto.

Na pauta. O Senado definiu Omar Aziz (PSD), apoiado por Lula (PT), como relator da PEC que prevê o fim da escala 6x1. Rogério Carvalho (PT) ficará responsável pela PEC da Segurança Pública. As duas medidas são consideradas estratégicas por Lula em sua campanha eleitoral.

Visitas liberadas. O ministro Alexandre de Moraes, autorizou que Jair Bolsonaro (PL) volte a receber visitas dos filhos Carlos e Renan na prisão domiciliar. Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, continua proibido de se encontrar com o pai até o fim das eleições.

Dentista, não. Justiça anula regra que reconhecia a harmonização facial como especialidade odontológica. Com a decisão, dentistas não poderão mais realizar esses procedimentos estéticos.

Triste recorde. Segundo o Ministério da Saúde, 1.121 indígenas morreram na Terra Yanomami entre 2023 e 2025, durante o governo Lula (PT). A tragédia ultrapassou o marco de 951 óbitos do mandato de Jair Bolsonaro (PL) no mesmo período.

Datafolha. A nova pesquisa Datafolha sobre as eleições presidenciais apontou que, em um possível 2° turno, Lula (PT) tem 47% das intenções de voto, enquanto Flávio (PL), tem 43% — tecnicamente empatados na margem de erro. Para 1° turno, Lula segue na liderança, mas a diferença dele (39%) para Flávio (33%) caiu de 8 pontos em julho para 6 pontos agora.


 
APRESENTADO POR RED BULL

A galera ganhou AAASAS no seis&seis 🪽

Depois de 12h de evento, a energia lá pelo fim do dia precisava de um empurrãozinho. Sorte da galera que, pra quem completou o passaporte the news carimbo por carimbo, a última parada era um carrinho Red Bull geladinho te esperando.

Vem ver como foi a caça aos carimbos até a recompensa final. 🪽

 
TECH

O que acontece quando você irrita um nerd?

(Imagem: Rockstar Games | Reprodução)

Ele invade o jogo mais esperado do ano e solta informações exclusivas. A Take-Two, empresa do setor de video game, viu uma queda de +US$ 2 bilhões no seu valor de mercado depois de uma sequência de vazamentos do seu próximo grande lançamento: o GTA VI.

Mas por que ele fez isso? Segundo o próprio hacker, o objetivo era protestar contra a decisão da empresa de não vender discos do jogo na versão física. Apesar da Take-Two ter afirmado que a decisão é final, a medida foi criticada por impedir que jogadores troquem ou revendam o jogo depois de usado.

Desde o lançamento da última edição da franquia, há 13 anos, a empresa criou um hype gigantesco, revelando apenas dois trailers do produto nesse período. O GTA é importante para a Take-Two devido ao seu faturamento — do lançamento do GTA V até o final do ano passado, foram US$ 9,72 bilhões faturados.

  • Apesar de já ter ocorrido vazamentos anteriores, o principal ponto desta vez foi que o hacker escreveu o próprio nome no jogo, dando tiros em uma parede. A medida foi vista como um sinal de que ele tem acesso à versão completa e não apenas a gravações internas obtidas da Take-Two.

O problema é que, além de muitos jogadores não terem gostado da nova versão, uma eventual divulgação do código-fonte poderia criar problemas na infraestrutura online do jogo. A dona da franquia já teria entrado na justiça pedindo que o Discord e a Microsoft liberem dados que ajudem a descobrir quem é o hacker.

Looking-forward: Apesar da situação, a indústria de games limpou o calendário de lançamento para novembro, prevendo que o GTA VI irá dominar o mês. Estima-se que a empresa já faturou US$ 429 milhões com a pré-venda do jogo.


 
NEGÓCIOS

Vai virar raro encontrar um pote desses nos mercados brasileiros

(Imagem: Giphy! | Friends)

A marca de sorvetes premium Häagen-Dazs vai deixar de ser comercializada no Brasil após a americana General Mills confirmar o fim de sua distribuição por aqui.

A decisão faz parte de uma “reformulação de portfólio” que já havia levado a companhia a vender as marcas Yoki e Kitano — seus principais negócios no país — para a 3corações, por cerca de R$ 800 milhões. A Häagen-Dazs, que era importada, não entrou na aquisição.

Agora, sem a estrutura da General Mills para distribuir os sorvetes e sem outra empresa interessada em assumir a importação da marca, o fornecimento foi descontinuado do mercado brasileiro — que contribuiu com aproximadamente US$ 350M nas vendas líquidas em 2025.

A saída fecha um ciclo iniciado em 1997, quando os primeiros potes chegaram aos supermercados. A marca também manteve lojas próprias no país.

A decisão também ocorre durante uma reorganização mais ampla da companhia. Nos últimos 12 meses, a General Mills registrou US$ 18,4 bilhões em vendas líquidas globais, uma queda anual de 5%.

O setor de sorvetes está derretendo? 🍦

A General Mills não é a primeira empresa a rever seu negócio no ramo. A Nestlé já negocia repassar sua operação direta de sorvetes em pelo menos seis países. Já a Unilever separou por completo sua divisão do setor.

Parte da explicação para o movimento está na economia do negócio. O sorvete exige um sistema de resfriamento constante, além de ter vendas mais sazonais do que outros alimentos. Isso levou as três maiores empresas do setor a reduzir operações diretas e apostar em parceiros locais.



 
APRESENTADO POR LITTLE BEAN

Esse é um erro histórico das leis trabalhistas:

Getúlio Vargas criou as férias de 30 dias, o salário mínimo e a jornada de 8 horas. Mas ele esqueceu de colocar algo muito importante na CLT: proibir o café extraforte queimado na copa dos escritórios.

Se a sua empresa ainda comete esse crime, a gente tem a solução sem precisar acionar o sindicato: Indique o nosso café. Se o RH fechar com a gente, você ganha 1 ano de Little Bean de graça na sua casa.

É rapidinho: indique sua empresa clicando aqui. E para provar nosso café antes de convencer o RH, use o cupom PRIMEIRACOMPRA para garantir 15% OFF. Experimente o Little Bean aqui. ☕

 
ESPORTE

O fim das "bets" no patrocínio master na Premier League

(Imagem: Premier League)

A Premier League 2026/27 está começando neste fim de semana e traz um marco relevante: após 20 anos, empresas de apostas e cassinos não podem mais patrocinar o espaço mais nobre das camisas dos clubes ingleses.

  • O mais curioso e interessante é que essa foi uma decisão tomada em votação pelas próprias equipes — mesmo com 11 de 20 clubes tendo bet como patrocínio master na temporada passada.

Por que isso importa? A decisão confirma uma tendência global que já acontecia em outras ligas, como Espanha, Itália e Países Baixos, que atualmente já proíbem qualquer exposição de bets ou cassinos na camisa.

A mudança escancara um dilema entre finanças e ética, uma vez que a restrição na Liga Inglesa é apenas parcial. As empresas do setor continuam liberadas para expor suas marcas em áreas secundárias, como mangas e costas.

Uns estão sofrendo mais do que outros: Chelsea, Fulham e Nottingham Forest são os três times que iniciam o campeonato sem nenhum patrocinador principal.

Paralelo com o Brasil. Hoje, o patrocínio master de 12 dos 20 clubes da Série A são empresas de apostas e cassino online. Enquanto isso, brasileiros gastaram R$ 220 bilhões em bets no ano passado.



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