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Cascavel,15/10/2026

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Defesa Civil monitora famílias afetadas por alagamento na Linha Santa Inês, em Toledo

Morador da Linha Santa Inês, Antônio Nepomuceno relata que o alagamento persiste há cerca de uma semana e que o nível da água continua aumentando

Fonte: Assessoria
Defesa Civil monitora famílias afetadas por alagamento na Linha Santa Inês, em Toledo Foto: Assessoria

A Prefeitura de Toledo, por meio da Defesa Civil, acompanha a situação de famílias afetadas pelo alagamento na Linha Santa Inês, após receber informações sobre possíveis moradores ilhados em decorrência das chuvas, na quarta-feira (14). O Corpo de Bombeiros foi acionado para verificar as condições no local, enquanto a Secretaria de Assistência Social foi mobilizada para providenciar, se necessário, suprimentos e abrigo temporário.

Segundo a Defesa Civil, o morador Antônio Nepomuceno informou que aproximadamente 16 pessoas permaneciam nas residências da área atingida. Conforme o levantamento realizado pelas equipes, os moradores não manifestaram interesse em deixar os imóveis, uma vez que a principal dificuldade identificada era o deslocamento, sem indicação de risco imediato que exigisse a retirada.

Durante a vistoria, acompanhada pela Prefeitura, o Corpo de Bombeiros constatou que o acesso às propriedades estava comprometido, sendo possível realizar o trajeto apenas a pé em determinados trechos. Diante das condições verificadas, não foi necessária a remoção dos moradores.


Situação nas propriedades

Morador da Linha Santa Inês, Antônio Nepomuceno relata que o alagamento persiste há cerca de uma semana e que o nível da água continua aumentando. Segundo ele, a situação compromete o acesso à residência, e o deslocamento até o imóvel só é possível a pé, enquanto o trânsito de veículos e motocicletas está inviabilizado. O morador também demonstra preocupação com a segurança da família e as condições dos animais, conforme relata: “Eu tô preocupado por causa da família. Como tem bastante animais aí também, é muito preocupante isso aí”.

O morador estima que a água tenha atingido entre 1,4 metro e 1,5 metro de altura em um dos pontos alagados. Além das dificuldades de acesso, a inundação afeta os animais da propriedade, pois as áreas de pastagem ficaram cobertas pela água, comprometendo a disponibilidade de alimento.

Em algumas ocasiões, é necessário levar feno aos animais. Para isso, o veículo precisa ficar estacionado em um trecho não alagado, e o restante do percurso é feito a pé. Antônio também relata dificuldades em outras áreas próximas, onde as condições de acesso são ainda mais complicadas.


Monitoramento

O Corpo de Bombeiros, a Defesa Civil e a Secretaria de Assistência Social permanecerão em alerta, acompanhando o nível da água e as condições das famílias afetadas. As equipes também estarão disponíveis para atender eventuais solicitações de resgate, fornecimento de suprimentos ou acolhimento temporário, conforme a necessidade identificada.

Fonte: Assessoria




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