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Cascavel, quarta-feira, 31 de agosto de 2011

 CBOT: soja registra novos ganhos
 As cotações da soja reverteram as perdas iniciais e fecharam com novos ganhos nos futuros de Chicago nesta terça-feira. O mercado segue preocupado com a queda do potencial produtivo das lavouras em razão das irregularidades que continuam a assolar extensas áreas do Meio Oeste.

As lavouras precisam urgentemente de mais umidade para manter e melhorar a capacidade de produção. As projeções, no entanto, indicam a ocorrência de baixo volume de precipitações pelas próximas duas semanas.

A condição das lavouras vem se deteriorando a cada semana. No relatório desta segunda-feira, o USDA cortou mais dois pontos percentuais na categoria bom/excelente, agora em 57%. Na mesma semana do ano passado o índice era de 64%. Estados centrais como Illinois perderam, na semana, cinco pontos de lavouras boas/excelentes - agora em 48%. Minnesota, também perdeu cinco pontos (63%) e Iowa perdeu dois pontos (64%).

Há estados representativos cujo índice de lavouras ranqueadas como boas/excelentes caiu a níveis preocupantes: Indiana, 45%; Missouri, 39%; e Kansas, 30%. As perdas na safra norte-americana estão provocando ajustes em todas as estimativas de oferta mundial de soja.

O Conselho Internacional de Grãos, em seu relatório de agosto, avalia que a colheita mundial ficará em 258,1 milhões de toneladas, corte de 3% sobre a produção do ano anterior. Isto irá desencadear um novo aperto nos estoques finais para a próxima temporada.

A posição setembro fechou a U$ 14,4875, alta de 10,75 cents/bu e a posição novembro, a U$ 14,57, ganhos de 10 cents/bu.

Mercado interno - Jornada com movimentação mais comedida. De maneira geral, certa queda na taxa de câmbio, bem como nos prêmios acabaram aniquilando eventuais ganhos obtidos na bolsa norte-americana. Indicações de compra em Paranaguá entre R$ 51,30 e R$ 51,80 e, no oeste do estado, entre R$ 46,00 e R$ 47,00, dependendo da localização do lote e do prazo de pagamento.
  Fonte: Granoeste Corretora de Cereais e Sementes 
 

 Milho também fechou em alta
 Apesar da piora nas condições das lavouras norte- americana, segundo o USDA em seu relatório de acompanhamento da safra de milho, o mercado abriu o pregão, de hoje, buscando a realização de lucros.

Porém, no final da sessão o mercado reverteu e acabou prevalecendo a posição compradora, preocupados com o clima quente e seco, sobre o meio oeste norte-americano, podendo levar a perdas ainda maiores do potencial produtivo das plantas, já debilitadas.

A posição setembro encerrou o pregão, cotada a US$ 7,6350 por bushel, alta de 7,25 centavos de dólar e a posição dezembro, cotada a US$ 7,7525 por bushel, alta de 5,25 centavos de dólar, em relação ao fechamento anterior.

Mercado regional de milho mais demandado no oeste e sudoeste do Paraná. Já a oferta segue restrita. Pouco volume foi negociado nesta terça feira (30) e os preços giraram entre R$ 25,00/26,00 por saca, dependendo da localização do lote e do prazo de pagamento.

Em Paranaguá indicação de preços para lote transferido, na faixa de R$ 29,00/30,00 por saca. Para a safra nova indicação de preços na faixa de R$ 22,00/23,00 por saca, para o produto direto da lavoura, com entrega programada para fevereiro/2012.
  Fonte: Granoeste Corretora de Cereais e Sementes 
 

 Dólar cai pelo 4º dia seguido: R$ 1,589 
 O dólar comercial fechou em baixa ontem. A moeda norte-americana teve queda de 0,14%, cotada a R$ 1,589. Foi o quarto dia seguido de baixa, com variação acumulada de 1,39% no período. As informações são do Uol. 
  Fonte: Só Notícias 
 

 Expointer: vibração e desabafo na pista do Angus
 Ao bradar a evolução do Angus brasileiro, o jurado norte-americano Randy Daniels disse que os bovinos que competiram ontem (30), em Esteio, poderiam estar em qualquer rebanho no mundo.

Com o quilate do elogio, foi forte a vibração pela vitória da grande campeã na Feicorte, Maya TE132 Fama Traveler Sophie (box 1134), da Maya PAP, de Bagé. O título veio com um desabafo de Zuleika Torrealba. "Nas duas vezes, vencemos com juízes americanos, isentos.

" Por trás da declaração, a polêmica. A pecuarista entregou à Associação Brasileira de Angus (ABA) parecer jurídico contrário à atuação de técnicos que atendem a cabanhas como jurados em campeonatos. O presidente da ABA, Paulo de Castro Marques, não vê conflito de interesse já que os juízes são eleitos pelos criadores. Mas afirma: a orientação é que nesta situação eles se declarem impedidos. Ele acrescenta que, nas exposições do ranking, a prioridade é por juízes estrangeiros, estratégia de divulgação externa. A reservada foi Maufer 022 Rainha Nostra Compassa (box 1001). 
  Fonte: Correio do Povo 
 

 Comércio de animais e máquinas já ultrapassa R$ 72 mi
 O comércio de animais e maquinário agrícola já ultrapassou a cifra de R$ 72 milhões nos três primeiros dias da 34ª Expointer. O setor de máquinas e implementos movimentou pelo menos R$ 68 milhões neste período, de acordo com o Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas do Rio Grande do Sul (Simers).

 Desses, R$ 56 milhões haviam sido encaminhados via financiamentos junto às instituições financeiras e R$ 12 milhões foram comercializados à vista. A maioria dos investimentos é voltada à agricultura familiar.

Os leilões de animais prosseguiram nesta segunda-feira (29), com o remate de animais rústicos da raça Angus. Até o início da noite, haviam sido comercializados aproximadamente R$ 4 milhões. O remate Estrelas do Freio movimentou na noite deste domingo (30) R$ 960 mil na venda de 26 cavalos crioulos e três coberturas.

O comércio de produtos artesanais da 28ª Exposição de Artesanato (Expargs) cresceu 20% em relação ao mesmo período do ano passado. No primeiro fim de semana, a Expoargs comercializou 8.335 peças entre cuias, facas e artigos típicos do artesnato gaúcho. Foram vendidas 3.780 peças no sábado (27) e 4.555 no domingo (28). O valor total comercializado chegou a R$ 131 mil no sábado e R$ 117 no domingo, totalizando mais de R$ 248 mil em vendas.

Já no pavilhão da Agricultura Familiar, as vendas cresceram 12% se comparadas ao primeiro fim de semana do ano passado. De acordo com informações da Emater/RS-Ascar, as vendas dos 208 empreendimentos distribuídos em 167 estandes totalizaram R$ 192,5 mil. Em 2010, os negócios ficaram em torno de R$ 172 mil.

Nesta segunda-feira (29), 23.480 pessoas haviam entrado no Parque de Exposições Assis Brasil até o início da noite. No sábado (27), 48.419 pessoas passaram pelos portões de entrada do parque e, no domingo (28), o total foi de 43.692 visitantes, chegando a 92.111 pessoas no fim de semana.
  Fonte: Diário de Canoas 
 

 O primeiro leilão milionário 
 A Cabanha Butiá, de Coxilha, foi a protagonista do primeiro remate milionário da Expointer 2011. Realizado na noite de segunda-feira, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, o Leilão Butiá - Cavalo Motor registrou faturamento de R$ 1,153 milhão.

Foram negociados 31 animais da raça Crioula, sendo 18 éguas prenhas, duas éguas, seis machos e cinco potras. O bater de martelo mais valorizado da noite ocorreu logo após a colorada Butiá Viola, de 6 anos, com prenhez de Butiá Olodum, entrar em pista. A égua foi arrematada pelo criador Andrei Boffi por R$ 110 mil. A média geral do leilão foi de R$ 37,2 mil. O remate foi comandado pelo leiloeiro Marcelo Silva. 
  Fonte: Correio do Povo 
 

 Oild World prevê clima seco para soja no Brasil
 O plantio futuro da soja no Brasil pode vir a ser prejudicado pelo clima seco nos estados produtores do norte e da região central, o qual está comprometendo a umidade do solo. As informações são da Oil World.

Segundo informou a consultoria alemã, a seca no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás tem gerado uma falta de umidade no solo que provalvelmente não será reposta antes da semeadura começar na segunda quinzena de setembro. Condições de uma estiagem excepcional são esperadas até meados de 8 de setembro.

"Esta grave seca está prejudicando severamente as plantações nas maiores regiões produtoras de soja. A secura prolongada tem sido sentida em vários locais e tem provocado um déficit alarmante de umidade", informou o relatório da Oil World.

Em Mato Grosso, o governo afirmou que o plantio pode ser iniciado no dia 16 de setembro para garantir que o processo seja feito no tempo correto e que permita uma colheita antecipada do milho safrinha, que está programada para ser realizada após a colheita da soja de um ciclo precoce, em janeiro, como estima a consultoria. Segundo o boletim divulgado hoje pela Oil World, os sojicultores já estão com as sementes e os fertilizantes preparados para dar início ao plantio.

"Neste ano, as compras aumentaram em linha com as intenções "maiores" dos agricultores em ampliarem suas aplicações de fertilizantes em uma área maior. Áreas de pastagens deverão 'encolher' em função do aumento do espaço destinado à soja, ao milho e a demais culturas na próxima temporada", mostrou o reporte da Oil World.

Mercado - Este ano, os futuros do milho e da soja registram boas valorizações por conta da seca que também castiga os Estados Unidos e castiga as lavouras do país. Os preços do cereal subiram 21% em 2011 e os da oleaginosa somam uma valorização de 2,6%. 
  Fonte: Bloomberg - Notícias Agrícolas 
 

 Ambientalistas querem adiar votação do Código
 Os ambientalistas iniciaram ontem uma movimentação no Senado para tentar adiar ao máximo o calendário de votação do projeto de lei do Código Florestal.

Pelo menos sete parlamentares que pretendem discutir a matéria sem a pressa requerida por senadores da base ruralista reuniram-se no gabinete de Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) com representantes de movimentos sociais e ambientais, como o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), Greenpeace, a organização não governamental WWF, entre outros, para analisar as providências que deverão tomar.

A primeira delas, segundo o senador Aníbal Diniz (PT-AC), será conversar ainda nesta terça-feira com o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para que não ponha em votação a matéria sem antes analisá-la em audiência pública com juristas especializados. O relator Luiz Henrique da Silveira apresentará seu relatório amanhã, quando os senadores deverão pedir vista, o que por si só, já adia por uma semana a apreciação na comissão.

“Quanto menos pressa tivermos será melhor para que possamos construir um código florestal com a menor margem de erro possível, porque essa é uma questão fundamental não para os congressistas, mas para a sociedade”, disse Aníbal Diniz. Ele ressaltou o fato de a CCJ ainda não ter promovido uma audiência pública com uma comissão de juristas para que os parlamentares formem suas opiniões sobre os aspectos legais da matéria.

O senador Jorge Viana (PT-AC), relator do projeto na comissão de Meio Ambiente (CMA), também concorda com o companheiro de partido. Ele reconheceu que há “uma insegurança jurídica clara” entre os senadores que precisa ser resolvida. Viana ressaltou ainda que o texto aprovado pela Câmara contêm erros jurídicos que precisam ser corrigidos.

Hoje, a comissão realizou audiência pública para analisar as construção em áreas de risco nas cidades, o que provoca problemas ambientais e representa risco para os moradores. “Temos que tratar esse problema nas cidades, onde residem 84% da população brasileira, no código florestal. Essencialmente, elaborar uma lei dura para retirar essas famílias de áreas que colocam em risco suas vidas”, afirmou o senador.

Na reunião no gabinete de Randolfe Rodrigues, pela manhã, estavam presentes os senadores Aníbal Diniz, Jorge Viana, Eduardo Suplicy (PT-SP), Pedro Taques (PDT-MT), Lindbergh Farias (PT-RJ), Marinor Brito (PSOL-PA) e Cristovam Buarque (PDT-DF), além da ex-senadora e candidata à Presidência da República pelo PV, em 2010, Marina Silva, que deixou o partido este ano. 
  Fonte: Agência Brasil - Notícias Agrícolas 
 

 Abrafrigo habilita mais dois para exportação
 O Departamento Internacional-DPINT, da Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO) conseguiu habilitar mais dois frigoríficos brasileiros para atuar no mercado externo.

Trata-se do Frigon (Irmãos Gonçalves), de Rondônia e do Frigorífico Silva, de Santa Maria (RS), que segundo comunicado recebido do Ministério da Agricultura (MAPA), estão habilitados a exportar carne bovina para o Perú.

“O DPINT tem a preocupação principal da inclusão no mercado externo dos pequenos e médios frigoríficos brasileiros que, assim, encontram um mercado alternativo para a colocação do seu produto, além de propiciar aos importadores um leque maior de fornecedores brasileiros. Apesar de ter sido criado há pouco tempo, esse setor da ABRAFRIGO tem habilitado suas empresas exportadoras filiadas para diversos países. A nossa estratégia é a de continuar ampliando o número de empresas e de novos mercados para elas”, explica o Presidente-Executivo da entidade, Péricles Salazar.
  Fonte: Agrolink 
 

 Mendes indica seu secretário-executivo na Agricultura
 O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, indicou nesta segunda-feira (29) como seu secretário executivo o atual secretário de Política Agrícola da pasta José Carlos Vaz.

A informação, confirmada pela assessoria de imprensa, só aguarda o aval da presidenta Dilma Rousseff para ser publicada no Diário Oficial da União.

Vaz foi funcionário do Banco do Brasil por 29 anos e ocupou o cargo de diretor de Agronegócios da instituição entre o início de 2007 e o fim de maio do mesmo ano, quando tomou posse como secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Paranaense de Londrina, Vaz tem 46 anos de idade, foi membro do Conselho Técnico do Centro de Inteligência do Café (CIC), da Câmara Setorial do Arroz e do Cacau e do Conselho Nacional de Política Agrícola. Ele substituirá José Gerardo Fontelles, que chegou a assumir o comando do Mapa interinamente após a saída de Wagner Rossi, que pediu demissão, e a posse de Mendes Ribeiro Filho.
  Fonte: Agência Brasil 
 

 Novo sal mineral é resistente à chuva
 Um dos maiores problemas do sal mineral em pó sempre foi a umidade. Pensando nisso, foi desenvolvido um suplemento animal resistente à chuva, ao vento e a outras intempéries.

O produto elimina a preocupação com a água no sal, porque se trata de uma barra solidificada, embalada em sacos plásticos, que pode ser armazenada e transportada até sem cobertura.

Não há problemas em molhar o produto, que pode ser armazenado ao ar livre ou em condições precárias, quando houver a necessidade. O diferencial é que apenas a superfície entra em contato com o meio ambiente, recebendo a umidade ou o calor do sol. Mesmo em condições severas, não há liberação de nutrientes na água.

O produto é seguro porque quando é retirada a embalagem e exposto às condições ambientais, toda a mistura se mantém inalterada. É um produto prático, seguro e economiza recursos na fazenda. O SALBLOCO foi desenvolvido para atender às necessidades de suplementação mineral para as condições da pecuária brasileira, e fornecer ureia para ruminantes criados na realidade da pecuária brasileira.


Fórmula balanceada

O SALBLOCO foi elaborado seguindo a fórmula de um sal mineral balanceado para as condições da pecuária brasileira, ou seja, com todos os minerais necessários de acordo com a categoria animal. O consumo é influenciado pelos mesmos fatores que interferem no consumo de uma mistura mineral comum, formulação, oferta de pasto, disponibilidade de cocho, frequência no abastecimento e, principalmente, pela categoria animal que o está consumindo.

A consistência é dura. Ao morder ou lamber, o animal solta pequenas porções e se suplementa normalmente. O sal em pó remanescente que estiver no cocho, deve ser retirado porque o animal está condicionado a aquela mistura.

O produto pode maximizar os recursos econômicos da propriedade. O transporte e a armazenagem são mais simples por estar em barra solidificada e embalado em sacos plásticos. O fornecimento é facilitado porque pode ser feito para períodos maiores de tempo, economizando mão de obra e equipamentos da propriedade. Outra vantagem é que não necessita o acompanhamento diário do produto no cocho, o que facilita o fornecimento a grandes lotes ou em invernadas distantes e arrendamentos.

O SALBLOCO é uma nova forma de fornecimento do sal mineral, que permite o fornecimento seguro de ingredientes, maximiza os recursos da propriedade e permite o armazenamento e o transporte sem contaminação do ambiente por pó.


Reconhecimento e resultados

O SALBLOCO foi selecionado em edital do Ministério da Ciência e Tecnologia, por meio da FINEP, da FUNDECT e do SEBRAE/MS, como produto inovador. Neste edital, desenvolvemos os testes de consumo e resultados zootécnicos, em conjunto com a Universidade de Desenvolvimento do Pantanal (UNIDERP/Anhanguera) e da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.

O BOVIBLOCO TERMINAÇÃO foi testado na Fazenda Herança, da Agropecuária LC, de propriedade de Lúdio Coelho, em Terenos – MS. Em março e abril de 2011, em um lote de 180 bezerros nelore, 18 meses média e 230 quilos de peso, consumindo 111 gramas por dia. O resultado foi que o lote ganhou um quilo por dia, igual a muitos outros suplementos, só que o peão foi duas vezes ao cocho fornecer o produto, que contém 20% de equivalente proteico, com uréia.

Segundo Cristiano Costa de Andrade Brito, gerente da Fazenda Herança, com o SALBLOCO o gado está tendo um ganho de peso diário que supera as expectativas. “O produto é bom para o manejo, sendo mais simples para trabalhar. O manuseio é a maior vantagem do SALBLOCO. Fazemos menos viagens para o campo e podemos levar em maior quantidade, porque o produto não se degrada na chuva e no vento. Fazendo menos viagens, temos mais economia. A qualidade se igualou ao sal mineral, mas ganhou no manuseio”, completa.

Em lote de 115 novilhas, na fazenda Santa Rita, em Campo Grande, propriedade do Sr. João Terra, consumindo 130 gramas por dia, houve um índice de 78,24% de prenhes com a primeira dose de sêmen, o que demonstra que o produto oferece resultados.

Para João Terra, “o SALBLOCO é um sal mineral que não estraga se molhar. O gado fica muito bonito.” Outro ponto destacado por João Terra é que o produto é mais econômico porque desperdiça menos.

O Ovibloco foi testado no Centro de Tecnologia da CTO da UNIDERP/Anhanguera e o resultado foi um consumo estável, de 20 gramas por cabeça dia em fêmeas da raça pantaneira prenhe.


Universidade avalia SALBLOCO

O Centro Tecnológico de Ovinos (CTO), na fazenda Três Barras, da Universidade Anhanguera-Uniderp, especializada na criação e pesquisa de ovinos pertencentes ao Grupo Genético Pantaneiro, realizou testes do consumo do OVIBLOCO.

Segundo o Prof. Dr. Marcos Barbosa Ferreira, supervisor dos testes, o OVIBLOCO foi considerado de boa aceitação pelos ovinos do rebanho, desde o momento que foi colocado nos cochos e o consumo se estabilizou em 20g/cabeça/dia. “Foi interessante observar que o SALBLOCO não se desagregou durante todo o período do experimento, ou seja, não foram observadas perdas do produto causadas pelo transporte, armazenamento ou pelo vento quando o produto estava colocado nos coxos”. diz.

Outro detalhe observado durante os testes foi à exposição à chuva: “o bloco permaneceu homogêneo e inteiro, não se dissolvendo pela ação da água. Em dois cochos que não possuíam perfurações houve muito acúmulo de água e mesmo assim o bloco permaneceu inteiro”. O professor Marcos Ferreira explica que o líquido acumulado, apesar de estar disponível aos ovinos, não causou nenhuma morte como é observado em casos de misturas minerais em pó contendo uréia. “Ao se partir o bloco ao meio foi observado que a mistura não havia absorvido água”, completa.

A conclusão dos experimentos foi que o produto demonstrou grande praticidade de fornecimento, pois após o estabelecimento do consumo, pôde ser deixado no cocho, dispensando maiores cuidados até o próximo fornecimento, independentemente das mudanças climáticas, com a garantia de que não houvesse perdas por estar exposto ao tempo. “Acredito que o bloco mineral seja um divisor de águas em relação ao fornecimento seguro de minerais, uréia e energia na alimentação animal. Além disso, ele pode ser um bom veículo para fornecimento de medicamentos como nutracêuticos, ionóforos, coccidicidas entre outros para ovinos”, finaliza.


Inovação e tecnologia

O produto é novo e tem muitos horizontes a serem explorados, como a inclusão de ingredientes e óleos, quimioterápicos, nutraceuticos, antiparasitários e outros. A tecnologia do SALBLOCO é uma realidade, pois já temos clientes há anos, mesmo quando não havia nenhuma pesquisa realizada para comprovar os benefícios. Hoje, esses clientes são nossos parceiros. É o começo, é um novo modelo, uma quebra de paradigma literalmente, em setor extremamente competitivo pela excelência dos produtos. Pretendemos ser excelentes, agregando valor ao produto com o SALBLOCO, OVIBLOCO, BOVIBLOCO e outros mais que já estão em fase de teste.


A evolução da pecuária em MS

Com a implantação Brachiaria em Mato Grosso do Sul e o povoamento dos pastos com o nelore, o simples fornecimento de sal branco já não supria as necessidades do rebanho, que antes se abastecia nas matas e varjões.

Quando vieram as misturas minerais, hoje chamadas de linha branca, o produtor se adaptou rapidamente, porque era visível a vantagem entre o sal branco e o sal mineral. Neste modelo estamos até hoje. A excelência na nutrição de ruminantes é comum a todas as empresas, que possuem produtos em todas as faixas de formulação, com produtos para seca e águas, que variam em detalhes, muitas vezes.

Em outros países, com realidades diferentes, mas onde ocorre o mesmo nível de competição no mercado, as empresas buscaram, há muitos anos, o valor de seus produtos na soma dos atributos exigidos pelos produtores, entre eles a simplicidade nas formulações e facilidade no seu uso.

Além disso, nesses países, a mineralização do rebanho é feita por blocos de sal mineral e, na tentativa de introduzir os blocos de mineral em nossa pecuária, foram utilizadas formulações à base de melaço, com grande palatabilidade e, consequentemente, maior ingestão, em uma época que a necessidade era de sal mineral.


Realidade local

Em todos esses anos de assistência técnica, o maior problema que encontramos na suplementação foi o fornecimento de Nitrogênio Não Proteíco (NNP) e proteína verdadeira. A proteína verdadeira quando em contato com a umidade altera sua palatabilidade e o NNP, geralmente proveniente da uréia, pode provocar a morte quando em contato com a água e ingerido pelos animais. É neste ponto que se posiciona o SALBLOCO. É um produto desenvolvido para a nossa realidade, com formulação de sal mineral com uréia, solidificado resistente às chuvas. 
  Fonte: Agrolink 
 

 Vale Fertilizantes negocia com Petrobras ativos no PR
 A Vale Fertilizantes informou nesta terça-feira que mantém negociações preliminares e não vinculantes com a Petrobras em relação a uma potencial operação envolvendo seus ativos nitrogenados no Complexo Industrial de Araucária, no Paraná.

"Até esta data, não há qualquer espécie de entendimento definitivo entre as partes, não tendo sido celebrado qualquer instrumento vinculativo que determine os termos e condições relativos à potencial operação", afirmou a nota.

A negociação envolvendo os ativos no Paraná já vinha sendo comentada por fontes de mercado, num momento em que a Vale negocia com a Petrobras a concessão de uma mina de sais de potássio em Sergipe.

De acordo com um analista que acompanha o setor, que preferiu não ser identificado, a Petrobras poderá ficar com a planta de nitrogenados da Vale Fertilizantes em troca de um acordo para arrendamento da mina de potássio de carnalita, onde a mineradora prevê um ambicioso plano de expansão.

Em julho, o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, disse à Reuters que a estatal repassaria até setembro a concessão da mina de sais de potássio à Vale.

Gabrielli disse que não faz parte dos planos da Petrobras explorar minas de potássio no Brasil.

De outro lado, um dos interesses da Petrobras no negócio de nitrogenados é aproveitar o gás natural, cuja produção tende a aumentar com a exploração do pré-sal-- para a produção de amônia.

A reação de nitrogênio com gás natural resulta na amônia, insumo para fertilizantes.

As negociações entre Petrobras e Vale sobre a jazida em Sergipe foram reiniciadas recentemente, na gestão do presidente da mineradora, Murilo Ferreira. 
  Fonte: Reuters - Agrolink 
 

 Previsão do tempo para a Região Centro-Oeste
 Nesta quarta-feira, o tempo fica fechado com queda de temperatura e chuva a qualquer hora no sul de Mato Grosso do Sul. Nas demais áreas sul matogrosseses, no centro-sul e oeste de Mato Grosso, o sol aparece entre muitas nuvens e há previsão de chuva no decorrer do dia. Nas demais áreas da Região, o sol brilha forte, faz bastante calor à tarde e a umidade do ar fica baixa, sem previsão de chuva.

Previsão para quinta-feira:
Na quinta-feira, o sol volta a aparecer em todas as áreas do Centro-Oeste e o tempo fica firme. Em algumas cidades, ainda faz calor à tarde e a umidade do ar segue baixa. O céu fica com muitas nuvens na maior parte de Mato Grosso, no centro-sul de Goiás e no norte de Mato Grosso do Sul, mas não chove.

Previsão para sexta-feira:
Na sexta-feira, uma massa de ar seco volta a predominar em todo o Centro-Oeste. O dia é de sol forte e tempo firme. Não há previsão de chuva. Em várias cidades da Região, a umidade do ar fica muito baixa durante a tarde. 
  Fonte: Climatempo 
 

 Previsão do tempo para a Região Sul
 Nesta quarta-feira, o tempo fica fechado com chuva e queda de temperatura no nordeste de Santa Catarina e em grande parte do Paraná. No sul e no oeste paranaense e nas demais áreas do Sul, o sol aparece e o tempo fica firme, mas com temperatura baixa. Há previsão de geada ao amanhecer na região de Bagé, no sul gaúcho.

Previsão para quinta-feira:
Na quinta-feira, o sol volta a brilhar em grande parte da região Sul, mas o ar polar que ganha força na Região faz a temperatura cair, com previsão de geada ao amanhecer no interior do Rio Grande do Sul e no centro-oeste de Santa Catarina. Só há previsão de chuviscos no nordeste catarinense e no leste do Paraná, onde o céu fica nublado e também faz frio.

Previsão para sexta-feira:
Na sexta feira, o sol brilha forte em toda a região Sul, mas faz frio ao amanhecer e há previsão de geada na região central e no norte do Rio Grande do Sul, na serra e no planalto catarinense e no sul do Paraná. No decorrer do dia, a temperatura sobe e pode fazer calor. No nordeste de Santa Catarina e no leste do Paraná, o céu fica com muitas nuvens, mas não há previsão de chuva.
  Fonte: Climatempo 
 

 Indústria de ração cresce 4,1% no semestre
 A produção da indústria de alimentação animal no Brasil registrou incremento de 4,1% em relação ao primeiro semestre do ano passado. O volume produzido alcançou 31,4 milhões de toneladas de janeiro a junho deste ano, contra 30 milhões de igual período de 2010. Os dados são do balanço do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações).

De acordo com Ariovaldo Zani, vice-presidente executivo da entidade, a mola propulsora do crescimento mais uma vez foi o setor de avicultura industrial, que demandou praticamente metade de toda produção do semestre, apesar de o preço do milho, principal insumo utilizado na alimentação animal, ter valorizado 60% desde junho do ano passado.

AVICULTURA DE CORTE

A demanda por ração do segmento da avicultura de corte manteve-se vigorosa no semestre. O consumo somou cerca de 15 milhões de toneladas, com crescimento de mais de 6% no primeiro semestre, em relação ao mesmo período do ano passado. A temida desvalorização do dólar poderia ter inibido a quantidade de carne de frango exportada, no entanto, as remessas até junho somaram quase 2 milhões de toneladas, com receita de U$ 4 bilhões.

AVICULTURA DE POSTURA

O consumo de ração para poedeiras apresentou evolução bem moderada e alcançou 2,5 milhões de toneladas no primeiro semestre, frente ao alojamento de 39 milhões de pintainhas de postura. O incremento de 60% no preço do milho para alimentação prejudicou a rentabilidade do produtor, já que o preço médio do ovo registrou variação de apenas 17% no mesmo período de junho de 2010 a junho de 2011.

BOVINOCULTURA DE CORTE

O setor de alimentação animal para bovinos de corte produziu no primeiro semestre quase 1,3 milhão de toneladas, com aumento de 6,5% em relação ao mesmo período de 2010. A manutenção da arroba em patamar superior a R$ 100,00 no ano passado capitalizou o produtor que pôde investir em melhoramento genético e nutrição nesses primeiros seis meses de 2010, apesar da queda de mais de 17% no número de cabeças abatidas e das restrições temporárias às exportações de carne bovina para a Rússia.

BOVINOCULTURA DE LEITE

O crescimento de mais de 8% em relação ao primeiro semestre do ano passado e consumo de 2,6 milhões de toneladas de ração pela bovinocultura leiteira de janeiro a junho de 2011 são resultados da busca por ganho de produtividade, pois, apesar de o rebanho manter-se estabilizado, a produção leiteira brasileira cresce mais de 3% e deve superar 30 bilhões de litros ao final deste ano, apesar da contínua importação de leite em pó e até leite integral. A atividade também não saiu ilesa frente à forte valorização do volumoso ensilado e dos concentrados que levam milho na sua composição.

SUINOCULTURA

Apesar do crescimento de 11% na receita das exportações, a quantidade de carne suína exportada no primeiro semestre recuou para 267 mil toneladas, principalmente por causa do embargo russo imposto aos produtores brasileiros. A estabilidade no plantel de matrizes alojadas e de leitões resultou no consumo de 7,6 milhões de toneladas de ração de janeiro a junho de 2011.

CÃES E GATOS

A produção de alimentos completos para cães e gatos decresceu 1% no primeiro semestre, quando comparada ao mesmo período do ano passado, registrando 1,1 milhão de toneladas. A elevação desses animais de companhia ao status de membros do núcleo familiar contemporâneo e sua participação na quotização do orçamento doméstico pode ter sofrido da conseqüente economia dos gastos correntes em razão do endividamento da sociedade por conta do generoso crédito disponível e despesas típicas nos primeiros meses de cada ano.
  Fonte: Agrolink 
 

 Novo sal mineral é resistente à chuva
 Um dos maiores problemas do sal mineral em pó sempre foi a umidade. Pensando nisso, foi desenvolvido um suplemento animal resistente à chuva, ao vento e a outras intempéries. O produto elimina a preocupação com a água no sal, porque se trata de uma barra solidificada, embalada em sacos plásticos, que pode ser armazenada e transportada até sem cobertura.

Não há problemas em molhar o produto, que pode ser armazenado ao ar livre ou em condições precárias, quando houver a necessidade. O diferencial é que apenas a superfície entra em contato com o meio ambiente, recebendo a umidade ou o calor do sol. Mesmo em condições severas, não há liberação de nutrientes na água.

O produto é seguro porque quando é retirada a embalagem e exposto às condições ambientais, toda a mistura se mantém inalterada. É um produto prático, seguro e economiza recursos na fazenda. O SALBLOCO foi desenvolvido para atender às necessidades de suplementação mineral para as condições da pecuária brasileira, e fornecer ureia para ruminantes criados na realidade da pecuária brasileira.


Fórmula balanceada

O SALBLOCO foi elaborado seguindo a fórmula de um sal mineral balanceado para as condições da pecuária brasileira, ou seja, com todos os minerais necessários de acordo com a categoria animal. O consumo é influenciado pelos mesmos fatores que interferem no consumo de uma mistura mineral comum, formulação, oferta de pasto, disponibilidade de cocho, frequência no abastecimento e, principalmente, pela categoria animal que o está consumindo.

A consistência é dura. Ao morder ou lamber, o animal solta pequenas porções e se suplementa normalmente. O sal em pó remanescente que estiver no cocho, deve ser retirado porque o animal está condicionado a aquela mistura.

O produto pode maximizar os recursos econômicos da propriedade. O transporte e a armazenagem são mais simples por estar em barra solidificada e embalado em sacos plásticos. O fornecimento é facilitado porque pode ser feito para períodos maiores de tempo, economizando mão de obra e equipamentos da propriedade. Outra vantagem é que não necessita o acompanhamento diário do produto no cocho, o que facilita o fornecimento a grandes lotes ou em invernadas distantes e arrendamentos.

O SALBLOCO é uma nova forma de fornecimento do sal mineral, que permite o fornecimento seguro de ingredientes, maximiza os recursos da propriedade e permite o armazenamento e o transporte sem contaminação do ambiente por pó.


Reconhecimento e resultados

O SALBLOCO foi selecionado em edital do Ministério da Ciência e Tecnologia, por meio da FINEP, da FUNDECT e do SEBRAE/MS, como produto inovador. Neste edital, desenvolvemos os testes de consumo e resultados zootécnicos, em conjunto com a Universidade de Desenvolvimento do Pantanal (UNIDERP/Anhanguera) e da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.

O BOVIBLOCO TERMINAÇÃO foi testado na Fazenda Herança, da Agropecuária LC, de propriedade de Lúdio Coelho, em Terenos – MS. Em março e abril de 2011, em um lote de 180 bezerros nelore, 18 meses média e 230 quilos de peso, consumindo 111 gramas por dia. O resultado foi que o lote ganhou um quilo por dia, igual a muitos outros suplementos, só que o peão foi duas vezes ao cocho fornecer o produto, que contém 20% de equivalente proteico, com uréia.

Segundo Cristiano Costa de Andrade Brito, gerente da Fazenda Herança, com o SALBLOCO o gado está tendo um ganho de peso diário que supera as expectativas. “O produto é bom para o manejo, sendo mais simples para trabalhar. O manuseio é a maior vantagem do SALBLOCO. Fazemos menos viagens para o campo e podemos levar em maior quantidade, porque o produto não se degrada na chuva e no vento. Fazendo menos viagens, temos mais economia. A qualidade se igualou ao sal mineral, mas ganhou no manuseio”, completa.

Em lote de 115 novilhas, na fazenda Santa Rita, em Campo Grande, propriedade do Sr. João Terra, consumindo 130 gramas por dia, houve um índice de 78,24% de prenhes com a primeira dose de sêmen, o que demonstra que o produto oferece resultados.

Para João Terra, “o SALBLOCO é um sal mineral que não estraga se molhar. O gado fica muito bonito.” Outro ponto destacado por João Terra é que o produto é mais econômico porque desperdiça menos.

O Ovibloco foi testado no Centro de Tecnologia da CTO da UNIDERP/Anhanguera e o resultado foi um consumo estável, de 20 gramas por cabeça dia em fêmeas da raça pantaneira prenhe.


Universidade avalia SALBLOCO

O Centro Tecnológico de Ovinos (CTO), na fazenda Três Barras, da Universidade Anhanguera-Uniderp, especializada na criação e pesquisa de ovinos pertencentes ao Grupo Genético Pantaneiro, realizou testes do consumo do OVIBLOCO.

Segundo o Prof. Dr. Marcos Barbosa Ferreira, supervisor dos testes, o OVIBLOCO foi considerado de boa aceitação pelos ovinos do rebanho, desde o momento que foi colocado nos cochos e o consumo se estabilizou em 20g/cabeça/dia. “Foi interessante observar que o SALBLOCO não se desagregou durante todo o período do experimento, ou seja, não foram observadas perdas do produto causadas pelo transporte, armazenamento ou pelo vento quando o produto estava colocado nos coxos”. diz.

Outro detalhe observado durante os testes foi à exposição à chuva: “o bloco permaneceu homogêneo e inteiro, não se dissolvendo pela ação da água. Em dois cochos que não possuíam perfurações houve muito acúmulo de água e mesmo assim o bloco permaneceu inteiro”. O professor Marcos Ferreira explica que o líquido acumulado, apesar de estar disponível aos ovinos, não causou nenhuma morte como é observado em casos de misturas minerais em pó contendo uréia. “Ao se partir o bloco ao meio foi observado que a mistura não havia absorvido água”, completa.

A conclusão dos experimentos foi que o produto demonstrou grande praticidade de fornecimento, pois após o estabelecimento do consumo, pôde ser deixado no cocho, dispensando maiores cuidados até o próximo fornecimento, independentemente das mudanças climáticas, com a garantia de que não houvesse perdas por estar exposto ao tempo. “Acredito que o bloco mineral seja um divisor de águas em relação ao fornecimento seguro de minerais, uréia e energia na alimentação animal. Além disso, ele pode ser um bom veículo para fornecimento de medicamentos como nutracêuticos, ionóforos, coccidicidas entre outros para ovinos”, finaliza.


Inovação e tecnologia

O produto é novo e tem muitos horizontes a serem explorados, como a inclusão de ingredientes e óleos, quimioterápicos, nutraceuticos, antiparasitários e outros. A tecnologia do SALBLOCO é uma realidade, pois já temos clientes há anos, mesmo quando não havia nenhuma pesquisa realizada para comprovar os benefícios. Hoje, esses clientes são nossos parceiros. É o começo, é um novo modelo, uma quebra de paradigma literalmente, em setor extremamente competitivo pela excelência dos produtos. Pretendemos ser excelentes, agregando valor ao produto com o SALBLOCO, OVIBLOCO, BOVIBLOCO e outros mais que já estão em fase de teste.


A evolução da pecuária em MS

Com a implantação Brachiaria em Mato Grosso do Sul e o povoamento dos pastos com o nelore, o simples fornecimento de sal branco já não supria as necessidades do rebanho, que antes se abastecia nas matas e varjões.

Quando vieram as misturas minerais, hoje chamadas de linha branca, o produtor se adaptou rapidamente, porque era visível a vantagem entre o sal branco e o sal mineral. Neste modelo estamos até hoje. A excelência na nutrição de ruminantes é comum a todas as empresas, que possuem produtos em todas as faixas de formulação, com produtos para seca e águas, que variam em detalhes, muitas vezes.

Em outros países, com realidades diferentes, mas onde ocorre o mesmo nível de competição no mercado, as empresas buscaram, há muitos anos, o valor de seus produtos na soma dos atributos exigidos pelos produtores, entre eles a simplicidade nas formulações e facilidade no seu uso.

Além disso, nesses países, a mineralização do rebanho é feita por blocos de sal mineral e, na tentativa de introduzir os blocos de mineral em nossa pecuária, foram utilizadas formulações à base de melaço, com grande palatabilidade e, consequentemente, maior ingestão, em uma época que a necessidade era de sal mineral.


Realidade local

Em todos esses anos de assistência técnica, o maior problema que encontramos na suplementação foi o fornecimento de Nitrogênio Não Proteíco (NNP) e proteína verdadeira. A proteína verdadeira quando em contato com a umidade altera sua palatabilidade e o NNP, geralmente proveniente da uréia, pode provocar a morte quando em contato com a água e ingerido pelos animais. É neste ponto que se posiciona o SALBLOCO. É um produto desenvolvido para a nossa realidade, com formulação de sal mineral com uréia, solidificado resistente às chuvas.
  Fonte: Agrolink 
 

 Seguro tropeça na hora H
 A contratação de seguro rural está levando, em plena temporada de assinatura dos financiamentos de custeio da safra 2011/12, um segundo tombo, depois de ter recuado 32% no ano passado. Conforme os bancos e os representantes dos produtores, acabaram os recursos públicos do programa nacional de subvenção, que vem determinando o número de contratos desde sua implantação, em 2005.

Do orçamento de R$ 406 milhões, apenas R$ 132 teriam sido liberados, informa o setor. O novo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro, que assumiu o cargo uma semana atrás, informa estar angariando mais recursos. Desde o início do mês é aguardado o posicionamento do Ministério da Fazenda sobre um pedido de suplementação de R$ 174 milhões.


Segundo a Federação da Agricultura do Paraná (Faep), o programa está prestes a ser paralisado e, se isso ocorrer, a contratação de seguro cairá drasticamente, aumentando a exposição do setor produtivo aos riscos climáticos. “Sem subvenção, o produtor vai ter que pagar prêmio cheio. O problema é que o custo dos contratos ainda é muito alto. Vínhamos evoluindo bem até 2009 na estruturação do seguro rural, mas desde o ano passado falta sensibilidade para o problema”, afirma o economista e especialista no assunto Pedro Loyola, da Faep.

Na avaliação do próprio Ministério da Agricultura, Pe­­­cuá­­­ria e Abastecimento (Mapa), o sistema brasileiro de seguro rural ainda engatinha e depende do apoio do governo. Uma série de seminários foi realizada nos últimos anos num esforço público-privado para se encontrar formas de ampliar as garantias de produtores e bancos e, assim, reduzir o risco de endividamento agrícola. A queda nas contratações, no entanto, representa um desvio desse projeto.

A subvenção paga pelo governo varia de 40% a 70% do prêmio (preço do contrato). O programa nacional é complementado com programas estaduais, que também barateiam o seguro.

“O seguro fica inviável sem o apoio do governo”, sustenta o produtor Roberto Hasse, de Pato Branco (Sudoeste). Ele conseguiu recursos públicos para cobrir 50% do custo de um contrato que financiou o cultivo de 95 hectares de soja. Neste momento, não sabe se terá o mesmo benefício para assegurar 170 hectares de milho. O plantio começa dentro de três semanas.

Em sua avaliação, o que está em risco é a própria sustentabilidade do negócio. “O produtor não sabe se vai enfrentar seca, chuva, granizo, geada. Com seguro, não tem sua renda garantida, mas pelo menos não fica endividado. O ideal é não plantar nenhum pé de soja sem seguro”, defende. Ele conta que nunca recebeu indenização por quebra climática.

As seguradoras indenizam de 50% a 80% da produtividade estabelecida para o agricultor, dependendo do contrato assinado. Os produtores não são obrigados a contratar seguro na hora em que pedem financiamento, mas, quando já têm seu crédito parcialmente compromentido, dificilmente conseguem recursos do Plano Agrí­­cola e Pecuário (PAP) sem essa garantia.

Contratos “sem fundo” podem elevar custo de produção

Segundo o Banco do Brasil – que concentra mais da metade dos financiamentos de custeio e investimento do crédito rural –, os produtores continuam assinando contratos de seguro mesmo sem garantia de subvenção. Se o orçamento do programa nacional for executado, eles pagarão prêmio com desconto. Se isso não ocorrer, terão os custos ampliados. No caso de um produtor que assegura a produção de milho e espera gastar com isso 3% do valor do financiamento, a despesa pode chegar a R$ 6 mil para cada R$ 100 mil financiado.

“O recurso (do programa de subvenção ao seguro rural) já terminou. Estou diariamente falando com o secretário do Tesouro Nacional (Arno Augustin), o ministro da Fazenda (Guido Mantega). Do orçamento para 2011, foi empenhado menos de um terço”, afirma o vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil, o ex-senador Osmar Dias. Ele acredita que existe possibilidade de um novo repasse ainda nesta semana.

Em sua avaliação, houve um retrocesso. “O governo, ao fazer corte nos gastos, incluiu o seguro rural. Não se pode acabar com um programa que precisa ser aperfeiçoado”, defende.

Impacto

O Paraná é o estado que mais tem a perder com a falta de recursos para subvenção do seguro. Veja por quê:

Participação

Nos últimos anos, o estado concentrou o maior número de produtores atendidos e recebeu a maior parcela de recursos entre as unidades da federação. Em 2010, segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o programa atendeu 43.177 produtores brasileiros, dos quais 15.900 (38%) são paranaenses. O estado teve participação de 29% no total de R$ 198,28 milhões liberados e de 33% em relação aos 4,79 milhões de hectares protegidos.

Grãos e frutas

As lavouras de soja são o destino de 36,80% dos recursos, seguidas pelas de maçã (12,80%) milho (12,30%), trigo (9,25%), uva (6,50%) e arroz (5,30%). O Paraná se beneficia por concentrar o cultivo de grãos e o Rio Grande do Sul, segundo estado que mais recebe subvenção (21,13%), pelo cultivo de arroz e de frutas.

Proteção

A subvenção dá segurança, sobretudo, aos bancos, por garantir a quitação dos financiamentos liberados por meio do sistema de crédito rural. A maior parte dos contratos de seguro oferecidos não assegura a renda do produtor. A ajuda do programa de subvenção é para pagamento de seguro privado, não inclui o Proagro.

Parcial

A proporção dos recursos do Plano Agrícola e Pecuário (PAP) que é protegida pelo programa de subvenção ao seguro ainda fica abaixo de 10%. Neste ano, o orçamento da agricultura comercial chegou a R$ 107,2 bilhões . No ano passado, quando o bolo de recursos em jogo era de R$ 100 bilhões, o valor coberto com seguro subvencionado foi de R$ 6,54 bilhões, sendo R$ 1,47 bilhão referentes a contas do Paraná (22,41% do total nacional).

Declínio

Apesar de ser considerada essencial para evolução do sistema de seguro rural pelo próprio governo, a subvenção vem sendo reduzida. No ano passado, houve recuo de 23,63% no valor repassado pelo governo às seguradoras como parte do pagamento que os produtores teriam de fazer. A área protegida caiu 27,98% e a importância que tinha quitação assegurada foi 32,45% menor, sempre na comparação com 2009.

Passo decisivo

O programa de subvenção ao seguro rural opera com seis seguradoras e 12 resseguradoras. Com mais contratos, essas empresas têm uma arrecadação maior, que reduz o risco de colapso no sistema quando é necessário indenizar quebras climáticas de grandes proporções. Elas ainda esperam, no entanto, a criação de um fundo de catástrofe, sancionado há um ano, mas ainda em estruturação. A expectativa é que esse fundo, composto inicialmente com recursos públicos (R$ 4 bilhões), eleve o valor segurado de R$ 6,5 bilhões para R$ 50 bilhões.
  Fonte: Gazeta do Povo - Caminhos do Campo 
 

 Safra de arroz menor no RS
 A Emater projeta queda de 5,64% na área que será plantada com arroz no Estado na safra 2011/12. O percentual integra o primeiro levantamento do ciclo, divulgado ontem, na Expointer, pelo presidente da instituição Lino De David e pelo secretário Ivar Pavan.

A previsão é que sejam plantados 1,10 milhão de hectares ante os 1,17 milhão de ha da última safra. Segundo De David, a estimativa deve-se às dificuldades de comercialização do arroz, aos preços baixos e aos estoques elevados, além de problemas com as barragens, que ainda não estão cheias. "Parece que houve desestímulo ao plantio dessa cultura." Conforme o presidente da Comissão de Arroz da Farsul e presidente da Câmara Setorial do Arroz, Francisco Schardong, a queda pode ser ainda maior, apesar de achar cedo demais para apontar estimativas.

A intenção de plantio projetada pelo Irga deve ser divulgada na primeira semana de setembro. "Pode haver pequena redução por conta da substituição de plantio do arroz pela soja", adianta o presidente do instituto, Claudio Pereira. Por enquanto, os dados da Emater apontam para um incremento de 4,86% na área de milho, chegando a 1,15 milhão de ha. De David atribui o cenário à alta do preço do grão e à demanda aquecida. Ele inclusive chamou atenção para o deslocamento do cultivo de milho para áreas históricas de produção de soja. No cultivo da oleaginosa, a previsão é que haja um incremento de 0,88% na área plantada, atingindo 4,1 milhões de ha.

Com o resultado, o Estado deve praticamente manter a área plantada nesta safra, com variação de 0,36% sobre o semeado na anterior (de 6,4 milhões de ha para 6,41 milhões de ha). Os dados levam em conta 311 municípios e sua confirmação depende do tempo.
  Fonte: Correio do Povo 
 

 Colheita de milho de inverno chega à reta final
 A colheita deve atingir 90% das lavouras de milho de inverno do Paraná nesta se­­­­mana, trabalho já encerrado em Mato Grosso, maior produtor nacional do cereal nesta época do ano. À medida em que os trabalhos avançam, os produtores confirmam perdas. Apesar de ter ampliado a área cultivada em 26%, para 1,7 milhão de hectares, o Paraná deve colher 19% a menos, 5,3 milhões de toneladas, conforme números apurados pelo Departamento de Economia Rural (Deral).

Em Mato Grosso, houve redução de área, de 1,95 milhão para 1,75 milhão de hectares, e a produção teria caído de 8,4 milhões para 7 milhões de toneladas (-17%), informou o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). O plantio do milho de verão da safra 2011/12 começa dentro três semanas.
  Fonte: Gazeta do Povo - Caminhos do Campo 
 

 Ministério da Agricultura buscará se antecipar às crises
 O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, afirmou que pretende inaugurar uma nova concepção de gestão, com políticas agrícolas que protejam os produtores antes de momentos de crise.

A declaração foi feita na abertura da reunião ordinária do Conselho Nacional de Secretários de Estado de Agricultura (Conseagri), realizada nesta terça-feira, 30 de agosto, em Brasília.

“Temos que nos antecipar à crise e ter políticas agrícolas para quem quer produzir. Temos que trabalhar muito e estou disposto a isso. Esse ministério é dos pequenos, dos médios e dos grandes (produtores) - é de todos. Não podemos excluir ninguém”, declarou.

Mendes Ribeiro Filho solicitou que os secretários estaduais elaborem uma pauta com as suas principais demandas para que o ministério possa desenvolver projetos que atendam às necessidades específicas de cada região.

“Vou investir em programas que façam com que o pequeno possa crescer, porque eu não vou ter grande produtor se o pequeno não for incentivado. Juntos vamos realizar um grande trabalho”, salientou.

Durante a reunião foi realizada a eleição da nova presidência que comandará o Conseagri de 2011 a 2013. Hoje a presidente do Conselho é a secretária de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo de Mato Grosso do Sul, Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias. Ela será substituída pelo secretário de Estado de Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária da Bahia, Eduardo Seixas de Salles. O vice-presidente no período será o secretário de Estado de Produção Rural do Amazonas, Eron Bezerra.
  Fonte: MAPA 
 

 Cadeia do algodão busca equilíbrio em cenário crítico
 Com estoques ralos e expectativa de redução da safra brasileira, quarta maior do mundo em volume, o algodão tem gerado apreensão em todos os lados da cadeia produtiva.

En­­­quanto os cotonicultores encaram fortes oscilações de preços, altos custos de produção e riscos climáticos, a indústria têxtil sofre com a entrada de vestuários prontos, vindos principalmente dos Estados Unidos e da Argentina. Em evento realizado pela agroquímica norte-americana FMC no última semana, em Buenos Aires (Argentina), representantes do setor concluíram que é preciso haver uma maior integração entre a indústria e o campo.

O primeiro passo para o de­­­senvolvimento do setor seria a redução das importações e ampliação das vendas externas do país. No entanto, a realidade é inversa. De janeiro a julho deste ano, as exportações brasileiras caíram à metade. De acordo com dados do Ministério do Desenvol­vimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), os embarques somaram 77,7 mil, contra 154,8 mil toneladas no mesmo intervalo do ano passado. As importações, por outro lado, subiram 70%, de 25,7 mil para 139,6 mil toneladas.

O quadro reflete a escassez do algodão no mercado doméstico e tende a permanecer até o início do próximo ano. “Se exportarmos 750 mil toneladaso, que é o volume esperado para o ano que vem, vamos ficar com estoques no limite e teremos problemas sérios”, avisa Sérgio de Marco, presidente da Associação Bra­­sileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima a produção brasileira da pluma em 1,95 milhões de toneladas. Mas, nos cálculos da entidade que representa os produtores, a safra atual não vai passar de 1,78 milhão de toneladas. A quebra de 12% em relação à expectativa inicial de 2 milhões de toneladas está associada ao excesso de chuva em fevereiro e março e à falta de água nas lavouras no final de abril.

Por enquanto, a indústria têxtil nacional alega não ter problemas com a oferta da pluma, mas reco

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