"Santa Helena terá ensino superior de qualidade"

Piolla assina termo para Plano Diretor do Aeroporto

Nesta sexta-feira, às 11 horas, o superintendente de Comunicação Social da Itaipu, Gilmar Piolla, participou em Brasília da assinatura de acordo de cooperação técnica assumindo a revisão do Plano. Representando o Fundo Iguaçu, Piolla assinou o documento junto com o presidente da Infraero, Gustavo do Vale, informa em sua página no Facebook.   CONJUNTO DE OBRAS Segundo Piolla, a revisão do Plano Diretor “é condição imprescindível para que se possa planejar a futura expansão do aeroporto, pós-Copa do Mundo de 2014, transformando-o, como prevê a proposta do Fundo Iguaçu, em “hub” do Mercosul e países andinos. Diz ele ainda que a revisão do atual Plano Diretor vai prever ações que não estão contempladas no conjunto de obras em andamento, que têm como objetivo melhorar as condições do aeroporto para a Copa do Mundo de 2014. “Entre as principais ações pós-Copa do Mundo e que vamos incluir no Plano Diretor destacam-se: uma nova pista de pouso e decolagem, de aproximadamente 3 mil metros, em substituição à atual, que será convertida em pista de “taxiway”.   TERMINAL Piolla acentua que isso irá diminuir o intervalo de tempo para pousos e decolagens; ampliação da área de pátio, que dobrará sua capacidade de estacionamento de aeronaves; dois hangares, um para aviação executiva e outro para aviação regional. E, ainda, um novo terminal de cargas; novo acesso viário e estacionamento de automóveis; e a ampliação do terminal de passageiros, que terá, pelo menos, cinco pontes móveis de embarque e desembarque, mais conhecidas como “fingers”.   Fonte: www.bocamaldita.com

Segurança é prioridade máxima em todo o Paraná

Aos 38 anos, usina de Itaipu não para de crescer

   Um dia que viria a ser comemorado por muita gente – inclusive, gente que ainda nem tinha nascido. Há 38 anos, o então presidente do Brasil, Ernesto Geisel, encontrou-se com o presidente paraguaio, Alfredo Stroessner, às margens do Rio Paraná, para criar a Itaipu Binacional, usina hidrelétrica que viria a ser a maior do planeta em produção de energia. A “nossa” Itaipu.  Um projeto de tamanha magnitude, que implicaria no desvio do curso natural do 14º rio mais longo do mundo, não nasceu pronto. Exigiu estudos que começaram  em 1965, com as negociações entre as chancelarias brasileira e paraguaia. E os estudos logo comprovaram que aquele ponto seria ideal para construir o projeto que garantiria a energia necessária para o Brasil e o Paraguai crescerem.   DIA E NOITE  Quem passeia pela usina hoje e se encanta com a tranquilidade das vias, o ruído das águas e os animais que surgem aqui e ali mal consegue imaginar o formigueiro humano que havia no local há menos de quatro décadas. Somente vendo as fotos da época é possível compreender exatamente o que significou mudar o caminho das águas para construir o gigante de concreto e aço que abriga, hoje, 20 unidades geradoras.  Mais difícil ainda é acreditar que em menos de dez anos depois do início das obras, a usina já gerava energia. Para isso, foi necessário trabalhar noite e dia, sem feriados, com muito planejamento e uma sucessão de recordes de lançamento de concreto num único dia, mês ou ano.   GRANDIOSIDADE Os números eram tão grandiosos quanto a construção: 1,2 milhão de folhas de desenhos e listas de materiais; nove mil residências construídas no Brasil e no Paraguai; uma frota de 37 mil veículos, entre carros, caminhões e vagões ferroviários; 34 milhões de ovos consumidos e 2,2 milhões de atendimentos médicos e odontológicos num único ano. E, coroando todos esses valores, estão os 94,6 bilhões de quilowatts-hora produzidos em 2008, que garantem à Itaipu, até hoje, o título de maior geradora de energia de todo o planeta.       ESPÍRITO JOVEM Se a Itaipu nasceu para unir, no começo, dividiu: o início de tudo foi escavação de um enorme canal, por onde passariam as águas enquanto, no leito original do rio, milhares de homens trabalhariam para erguer a hidrelétrica. A “ilha” que se vê hoje das janelas do Edifício da Produção é a prova viva desse passado, cortando em dois o leito do Rio Paraná.   Desviado o rio, erguida a estrutura, começaram a chegar as gigantescas peças das unidades geradoras, em viagens que podiam levar meses. Então, em dia 5 de maio de 1984, menos de dez anos depois de criada, Itaipu deixou de ser apenas uma grande obra para tornar-se uma hidrelétrica, começando a produção industrial de energia da primeira unidade instalada.   CRESCIMENTO Do primeiro giro da primeira unidade até hoje, em seu aniversário de 38 anos, Itaipu não parou de crescer. De braços abertos, ampliou os investimentos e hoje gera, além de energia, desenvolvimento sustentável para milhares de pessoas no Brasil e no Paraguai. Promove o turismo, as energias renováveis, a tecnologia e o bem-estar da população – sem jamais abandonar seu objetivo inicial.   SEM DESCANSO Tanto é que, em 2012, Itaipu pode vir a bater o próprio recorde de produção de energia. Os primeiros quatro meses do ano já apontam crescimento em relação ao ano em que foi alcançada a maior produção. Impressionante? Talvez. Mas, para uma usina acostumada a grandes números, é apenas mais um desafio a superar. E, se depender do orgulho e do trabalho de cada um de seus empregados, o mundo pode se preparar: mesmo aos 38, a Itaipu ainda está longe de descansar.   (Divisão de Imprensa - Itaipu Binacional)

Últimas Notícias

Twitter

Enquete

O que você acha da propaganda de bebidas alcoólicas?